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🇧🇷 Memorial das vítimas de feminicídio no Brasil

2026 Caso 506 – Maria, uma mulher, uma vida por tr 2026 Caso 506 – Maria, uma mulher, uma vida por trás dos números...

25/07/2026 - Maria de Jesus Castro, 51 anos, teve sua caminhada, seus sonhos e seus laços afetivos brutalmente ceifados no sábado, na zona rural de Teofilândia (BA). Moradora da região, Maria de Jesus teve sua existência tirada de forma cruel, perversa e violenta no próprio lar. Ao chegarem à residência, as equipes da Polícia Militar já a encontraram sem vida. Recusamo-nos a deixá-la virar apenas um número; sua história, sua presença e sua memória importam.

O responsável por esse ato abominável foi seu companheiro, de 34 anos. Movido por uma lógica destrutiva de posse e dominação, o agressor atacou Maria a golpes de f4ca, tirando-lhe a possibilidade de futuro. O feminicida foi capturado e preso em flagrante pelas forças policiais locais. (Fontes: Polícia Militar da Bahia / Polícia Civil da BA / Imprensa Regional da Bahia)

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo pesar e sua revolta diante de tanta violência. O assassinato de uma mulher praticado dentro de sua própria casa expõe as entranhas do machismo estrutural e a necessidade urgente e inadiável de combater a misoginia em todas as suas estruturas, já que o ódio e o desprezo ao feminino seguem destruindo famílias e ceifando vidas inocentes. Nenhuma dor se apaga, mas a prisão imediata e a aplicação rigorosa da lei sobre o agressor são etapas fundamentais para a redução dos índices de feminicídio no Brasil. Seguiremos ecoando a memória de Maria para que ela nunca seja esquecida.

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📞 Denuncie a violência contra as mulheres: 181 (PC), 190 (PM) ou 180 (Disque Denúncia). Anonimato garantido. 📍Feminicídio é crime de Estado! Exigimos justiça! ⚖️
2026 Caso 505 – Josemeire, uma mulher, uma vida po 2026 Caso 505 – Josemeire, uma mulher, uma vida por trás dos números...

04/07/2026 - Josemeire Aparecida Silva, conhecida carinhosamente como Rosinha, 40 anos, teve sua trajetória, seus laços e seu futuro brutalmente destruídos no sábado, em Jaboticabal (SP). Rosinha sofreu agressões físicas intensas e continuadas e não resistiu à severidade dos ferimentos. Rosinha não será reduzida a uma estatística; sua história, sua existência e sua memória importam.

O responsável por essa violência abjeta foi seu ex-companheiro Edson Luiz Antonio da Silva, 48 anos. A vítima chegou a ser mantida em cárcere privado por ele em maio e voltou a ser atacada com pauladas na rua no dia 14. Inconformado com o fim da união e movido por um sentimento de posse e controle, o agressor espancou a vítima repetidamente até causar sua morte. (Fontes: Polícia Militar de SP / Polícia Civil de SP / Portais de Notícias Locais de SP)

O projeto Quem Ama Liberta expressa seu profundo pesar e indignação diante de tamanha barbárie. O assassinato de uma mulher cometido com tamanha crueldade escancara a face mais sombria do machismo estrutural e a necessidade urgente e inadiável de combater a misoginia em todas as suas estruturas, pois o preconceito e o ódio ao feminino continuam a ceifar vidas e a destruir famílias. Nenhuma dor se apaga, mas a conscientização e a punição rigorosa do feminicida pela Justiça são passos indispensáveis na redução dos índices de feminicídio no Brasil. Seguiremos em marcha e ecoando o nome de Josemeire para que ela nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 504 – Terezinha, uma mulher, uma vida po 2026 Caso 504 – Terezinha, uma mulher, uma vida por trás dos números...

27/07/2026 - Terezinha Nantes de Arruda, 54 anos, teve sua trajetória, seus laços e seu futuro brutalmente destruídos na tarde de segunda, em Campo Grande (MS). Terezinha teve sua existência interrompida de forma perversa e covarde no local onde deveria estar mais segura: dentro de sua própria residência. Terezinha não será reduzida a uma estatística; sua história, sua existência e sua memória importam.

O responsável por essa violência abjeta foi seu companheiro, Joel Escócia Carvalho, 59 anos, com quem esteve casada por mais de três décadas. Segundo a investigação da DEAM, o crime foi motivado pela decisão da vítima de encerrar o matrimônio. Inconformado com o fim da união e movido por um sentimento de posse e controle, o agressor atacou Terezinha com golpes de f4ca, tirando-lhe a vida, e tirou a própria vida em seguida. O encerramento do caso pela morte do autor não apaga a gravidade do ato nem o impacto devastador provocado na família e na comunidade. (Fontes: DEAM / Polícia Civil de MS / Polícia Militar de MS / Portais de MS)

O projeto Quem Ama Liberta expressa profundo pesar e indignação diante dessa barbárie. O assassinato de uma mulher cometido no ambiente doméstico escancara a face sombria do machismo estrutural e a necessidade urgente e inadiável de combater a misoginia em todas as suas estruturas, pois o preconceito e o ódio ao feminino continuam a ceifar vidas e a destruir famílias. Nenhuma dor se apaga, mas a conscientização e o enfrentamento rigoroso a essa violência são passos indispensáveis na redução dos índices de feminicídio no Brasil. Seguiremos ecoando o nome de Terezinha para que ela nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 503 – Quem Ama Liberta Rosângela, uma mu 2026 Caso 503 – Quem Ama Liberta Rosângela, uma mulher, uma vida por trás dos números...

26/07/2026 - Rosângela dos Santos, 34 anos, teve sua trajetória, seus laços e seu futuro brutalmente destruídos na noite de domingo, na zona rural de Igreja Nova (AL). Acolhedora e presente no seio de sua comunidade, Rosângela teve sua existência interrompida de forma covarde dentro do próprio lar. Ela chegou a ser socorrida a uma unidade de saúde local, mas não resistiu à gravidade das lesões. Rosângela não será reduzida a uma estatística; sua história, sua existência e sua memória importam.

O autor dessa violência foi seu companheiro, conhecido na região pelo apelido de "Neguinho". Movido por um sentimento de posse e controle, o agressor desferiu um golpe de f4ca fatal no pescoço de Rosângela. Após a agressão brutal, o homem fugiu do local e segue sendo procurado pelas forças de segurança da região. (Fontes: PM de Alagoas / 11º BPM-AL / Polícia Civil de AL / Portais AL)

O projeto Quem Ama Liberta expressa seu profundo pesar e indignação diante de tamanha barbárie. O assassinato de uma mulher cometido no ambiente doméstico por quem deveria ser seu parceiro escancara a face sombria do machismo estrutural e a necessidade urgente e inadiável de combater a misoginia em todas as suas estruturas, pois o preconceito e o ódio ao feminino continuam a ceifar vidas e a destruir famílias. Nenhuma dor se apaga, mas o combate a misoginia e a punição rigorosa do feminicida pela Justiça são passos indispensáveis na redução dos índices de feminicídio no Brasil. Seguiremos ecoando o nome de Rosângela para que ela nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 502 – Reginaria: uma mulher, uma vida po 2026 Caso 502 – Reginaria: uma mulher, uma vida por trás dos números

27/07/2026 - Reginaria Bandeira da Silva, 22 anos, teve sua juventude, seus afetos e seu papel como mãe de uma menina de apenas 3 anos brutalmente interrompidos. Desaparecida desde a madrugada de sexta-feira (24), a jovem teve seus passos e seus sonhos ceifados de forma covarde. Seu corpo foi localizado na manhã de segunda, ocultado em uma área de mata em Porto Acre (AC). Maternidade, planos e futuro foram destruídos; Reginaria não será reduzida a um número: sua história, sua existência e sua memória importam.

O responsável por esse ato cruel foi o seu ex-marido, José Silva dos Santos, 31 anos, com quem a vítima manteve uma relação de 5 anos. Inconformado com o término e tomado por um sentimento doentio de posse, o agressor tirou a vida de Reginaria e, após ser pressionado pela família da vítima, confessou o crime às autoridades, indicando a localização do corpo. O feminicida foi colocado à disposição do Poder Judiciário. (Fontes: PC do Estado do Acre / PM do AC / Portais do AC)

O projeto Quem Ama Liberta expressa seu pesar e profunda indignação diante de tamanha barbárie. O assassinato de uma jovem mãe, praticado por quem compartilhou a vida e a parentalidade, escancara a face sombria da violência doméstica e a necessidade urgente e inadiável de combater a misoginia em todas as suas estruturas, pois o ódio de gênero continua a destruir famílias e a orfanar crianças inocentes. A saudade permanece, mas o enfrentamento incessante ao machismo, alinhado à punição severa do assassino, é o único caminho contra o alto índice de violência fatal no Brasil. Seguiremos ecoando o nome de Reginaria para que ela jamais caia no esquecimento.

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📞 Denuncie a violência contra as mulheres: 181 (PC), 190 (PM) ou 180 (Disque Denúncia).
2026 Caso 501 – Adriana: uma mulher, uma vida por 2026 Caso 501 – Adriana: uma mulher, uma vida por trás dos números

25/07/2026 - Adriana Gonçalves, 54 anos, era uma mulher cheia de afeto, laços familiares e planos de recomeço. Buscando sua liberdade e paz após vivenciar um relacionamento marcado por agressões e comportamento possessivo, ela teve a coragem de romper o ciclo de violência. No entanto, na noite de sexta, 24, por volta das 22h, em Arcos (MG), sua trajetória foi covardemente ceifada. Adriana não será reduzida a uma estatística: sua existência, sua coragem e sua memória importam e jamais serão apagadas.

O autor do crime foi o ex-companheiro, Claudinei Pereira, 47 anos. Recusando-se a aceitar o término, o agressor invadiu a residência de Adriana e a rendeu quando ela retornava de uma caminhada, matando-a por estrangul4mento. Em seguida, o feminicida arremessou o corpo da vítima do terraço da casa. Um dos filhos de Adriana chegou ao local e tentou intervir, mas foi ameaçado pelo homem armado. O agressor tirou a própria vida no local. (Polícia Militar de MG / Polícia Civil de MG / Imprensa Local).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta profundo pesar e indignação diante de tamanha crueldade. Há 19 anos, o projeto atua incansavelmente honrando a memória das vítimas, mostrando à sociedade a dimensão real do número de casos para provocar mudanças urgentes e lutar por justiça. O assassinato de Adriana ao tentar reescrever sua história escancara a face sombria do sentimento de posse e da incapacidade do agressor de aceitar a autonomia feminina. O suicídio do feminicida não apaga a barbárie nem alivia a dor dos que ficaram. Seguiremos em marcha, ecoando o nome de Adriana.

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2025 Caso – Fabiana, uma mulher, uma vida por trás 2025 Caso – Fabiana, uma mulher, uma vida por trás dos números...

10/10/2025 - Fabiana Maria Rodrigues de Mello, 33 anos, teve sua trajetória, sua paz e seu futuro brutalmente destruídos no início da tarde de sexta, 10, em sua residência no distrito de Bela Vista, em Campos Novos (SC). Mão acolhedora no lar e presença fundamental na vida de sua filha adolescente, Fabiana teve seus laços de afeto e sua existência interrompidos de forma  covarde e violenta. Ela não será reduzida a uma estatística; sua existência e sua memória importam.

Eziel Fagundes de Mello, 54 anos, foi o autor do crime. O feminicida valeu-se de uma faca para desferir múltiplos golpes contra a companheira, atingindo-a  na cabeça, no tórax e nos membros superiores. O crime ocorreu na presença da filha adolescente do casal, que presenciou o início do ataque e precisou correr em desespero para buscar ajuda com os vizinhos. Após ser denunciado pelo Ministério Público, o feminicida foi levado ao Tribunal do Júri e, no dia 24/07/2026, o Conselho de Sentença da Vara Criminal da Comarca de Campos Novos o condenou a 45 anos de reclusão em regime fechado, sem o direito de recorrer em liberdade, além do pagamento de indenização por danos morais à filha órfã. ( Tribunal de Justiça de SC MP de Santa Catarina)

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo pesar diante de tamanha barbárie. O assassinato de uma mãe cometido dentro de casa na presença de sua própria filha escancara a face perversa do sentimento de posse, da misoginia e da crueldade do machismo. Nenhuma pena de prisão nem reparação financeira apaga o trauma da órfã ou a dor da perda, mas a condenação do feminicida a 45 anos de reclusão é uma resposta indispensável na luta contra a impunidade. Seguiremos em marcha e ecoando o nome de Fabiana para que sua história nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 500 – Monique: uma mulher, uma vida por 2026 Caso 500 – Monique: uma mulher, uma vida por trás dos números

24/07/2026 - Monique Oliveira Fernandes, 33 anos, era mãe carinhosa de um menino e de uma menina — frutos de um relacionamento anterior —, uma mulher cheia de sonhos e vínculos profundos. Porém, sua trajetória e seu direito inalienável de viver com liberdade e segurança foram brutalmente ceifados.

Desaparecida em 07/07/2026, Monique deixou de fazer contato com os familiares, que chegaram a registrar BO no dia 14/07 e realizaram buscas por conta própria na esperança de encontrá-la viva. Na noite de sexta, 24/07, seu corpo foi encontrado enterrado num quarto na própria residência em que morava com o agressor, em São José do Calçado (ES). Monique não será reduzida a um número: sua existência, sua história e sua memória jamais serão esquecidas.

O autor do crime é o marido, Mário Almeida Pinto, 46 anos. Em depoimento à PC após comparecer à delegacia, o feminicida confessou o assassinato e revelou ter arrancado o piso de cerâmica do quarto do casal, cavado um buraco para ocultar o corpo de Monique e cimentado o local em seguida. (Polícia Militar do ES / Polícia Civil do ES / G1).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta profundo pesar e indignação diante de tamanha perversidade. Há 19 anos, o projeto atua honrando a memória dessas mulheres, mostrando à sociedade a dimensão real do número de vítimas para provocar mudanças urgentes e luta por justiça. O assassinato de Monique escancara a face mais cruel e fria da misoginia e do sentimento de posse. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a punição rigorosa do feminicida é pilar essencial no combate à impunidade. Seguiremos em marcha, ecoando o nome de Monique.

📞 Denuncie a violência contra as mulheres: 181 (PC), 190 (PM) ou 180 (Disque Denúncia). Anonimato garantido. 📍
2026 Caso 499 – Marizete: uma mulher, uma vida por 2026 Caso 499 – Marizete: uma mulher, uma vida por trás dos números

06/07/2026 - Marizete Maria de Souza, 55 anos, uma mulher cheia de sonhos, laços de afeto e o direito de circular livremente pelas ruas com segurança e dignidade. Porém, sua caminhada foi interrompida de forma brutal, trágica e covarde. Na manhã de segunda, 06, seu corpo foi encontrado na calçada de um comércio, em Rolim de Moura (RO). Transeuntes acionaram socorro, mas ela não resistiu. Segundo a polícia, o corpo apresentava sinais de violência s3xual. Marizete não será reduzida a um número ou a uma estatística: sua existência, sua história e sua memória exigem respeito.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Marizete era brutalmente agredida e foram fundamentais para identificar o agressor. A perícia confirmou que ela foi estupr4da e morta por asfixia. Equipes da PM prenderam o agressor. Ele tinha arranhões pelo corpo — marcas de defesa da vítima —, além de sangue e fezes nas roupas, peças apreendidas para perícia técnica. Encaminhado à UNISP, o feminicida permaneceu em silêncio. (Polícia Militar de RO / Polícia Civil de RO / Imprensa Local).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta profunda indignação diante de tal barbaridade. Há 19 anos, atua honrando a memória das vítimas, mostrando à sociedade a dimensão real do número de casos para provocar mudanças e lutar por justiça. A violência sexual seguida de morte nas ruas escancara a face mais cruel da misoginia e da vulnerabilidade imposta às mulheres nos espaços públicos. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a apuração rigorosa e a punição do criminoso são essenciais no combate à impunidade. Seguiremos em marcha, ecoando o nome de Marizete.

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2026 Caso 498 – Shirley: uma mulher, uma vida por 2026 Caso 498 – Shirley: uma mulher, uma vida por trás dos números

20/07/2026 - Shirley Dias Guida, 49 anos, trabalhava com dedicação como cozinheira e era uma mãe amada. Uma mulher de garra, cheia de afeto, planos e laços familiares profundos. Na manhã de segunda, 20, em Luís Eduardo Magalhães (BA), sua trajetória foi interrompida de forma covarde. Preocupado por não conseguir contato com a mãe, seu filho pulou o muro da casa e encontrou o corpo dela. Shirley não será reduzida a uma estatística: sua história, seu trabalho e sua memória importam e jamais serão apagados.

O suspeito do crime é seu namorado, Gerrian Rodrigues Rocha Silva, com quem ela mantinha um relacionamento há apenas 4 meses. A suspeita da polícia é que o ele tenha asfixiad0 Shirley dentro do próprio lar. Diante das provas e da gravidade do caso tratado como feminicídio, a Justiça decretou a prisão do agressor na terça, 21. As forças policiais seguem com as investigações. (Fontes: Polícia Civil da Bahia / Polícia Militar da Bahia / Imprensa Local).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu pesar e indignação diante de tamanha barbárie. Há 19 anos, o projeto atua honrando a memória das vítimas, mostrando à sociedade a dimensão real do número de casos para provocar mudanças urgentes e lutar por justiça. O assassinato de Shirley escancara a face sombria da misoginia e da falsa ilusão de segurança até em relacionamentos recentes. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a punição rigorosa do feminicida é essencial ao combate do feminicídio. Seguiremos em marcha, ecoando o nome de Shirley.

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2026 caso 497 – Eliza: uma mulher, uma vida por tr 2026 caso 497 – Eliza: uma mulher, uma vida por trás dos números

24/07/2026 - Eliza Maria Anselmo Bezerra, 26 anos, tinha sonhos, laços afetuosos e o direito inalienável de viver com segurança. Uma história que merecia ser contada por suas conquistas, sorrisos e planos construídos ao longo da vida. No entanto, sua caminhada foi interrompida de forma brutal. Eliza não será reduzida a um número: sua existência, sua trajetória e sua memória importam e jamais serão apagadas.

Na noite de quinta, 23, em Assú (RN), Eliza teve sua vida covardemente tirada. Após uma discussão, o feminicida Francisco Jadeilson Vitorino, 46 anos, foi até um veículo, pegou um revólver e disparou contra o peito da companheira. Populares ainda a levaram para a UPA de Assú, mas Eliza não resistiu. O agressor fugiu do local, mas foi localizado e preso pouco tempo depois em Mossoró. Preso, exerceu o direito de ficar em silêncio. (Fontes: Polícia Militar do RN / Polícia Civil do RN / Imprensa Local).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tamanha barbárie. Há 19 anos, atua honrando incansavelmente a memória das vítimas, mostrando à sociedade a dimensão real do número de casos para provocar mudanças urgentes e lutar por justiça. O assassinato de Eliza escancara a face sombria da misoginia, da violência armada e da cultura de posse. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a punição rigorosa do feminicida é essencial no combate à impunidade. Seguiremos em marcha, ecoando o nome de Eliza.

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2026 - Caso 496 – Eulália: uma vida por trás dos n 2026 - Caso 496 – Eulália: uma vida por trás dos números

23/07/2024 - Eulália Farias Pinheiro, 70 anos, era uma mulher cheia de afeto, fé e autonomia. Viúva há mais de 30 anos, dedicou a vida a cuidar dos filhos com amor. Em busca de seus projetos, viajou de Maringá rumo a Nova Londrina (PR) para adquirir uma propriedade e viver com o namorado. Eulália guardava no coração o desejo de construir um futuro em paz, chegando a escrever orações pedindo pelo relacionamento e por oportunidades de trabalho para seu companheiro. Ela não será reduzida a uma estatística: sua história de sete décadas, seu carinho e sua memória importam e jamais serão apagados.

Desaparecida em 15 de junho ao desembarcar na cidade, Eulália teve sua vida ceifada. A PC confirmou que o corpo encontrado na região de Porto Tigre era da idosa. Nos pertences de Eulália, a família encontrou um bilhete com o nome de Elisio e um número de telefone, além das anotações de suas orações. As pistas levaram à Elisio Basilio da Silva, 60 anos, que recebeu a vítima na rodoviária de Nova Londrina. O agressor confessou o crime e foi preso em Maringá. (Fontes: Polícia Civil do PR / SSP do PR / G1).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tanta barbaridade. Há 19 anos, o projeto atua resgatando a dignidade dessas mulheres, mostrando à sociedade a dimensão real do número de vítimas para provocar mudanças urgentes e lutar por justiça. A violência cometida contra mulheres idosas escancara a perversidade da exploração da confiança e do afeto. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a punição rigorosa do feminicida é pilar essencial no combate à impunidade. Seguiremos em marcha, ecoando o nome de Eulália.

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2026 Caso 495 – Arlete: uma mulher, uma vida por t 2026 Caso 495 – Arlete: uma mulher, uma vida por trás dos números

24/07/2026 - Arlete Aparecida Pereira, 56 anos, era conhecida por todos pelo seu jeito tranquilo, acolhedor e afetuoso. Uma mulher cheia de laços, planos e com o direito sagrado de viver em paz e segurança. No dia 23, no bairro Canaã, em Ituiutaba (MG), sua história foi interrompida de forma devastadora e covarde. Arlete não será reduzida a um número: sua existência, seu afeto e sua memória importam e jamais serão esquecidos.

O responsável por essa violência cruel foi seu marido, Vanildo de Matos, 51 anos. Agindo de forma perversa e tomado por um sentimento de posse, o feminicida atacou Arlete com 8 golpes de faca enquanto ela estava sentada no sofá — local onde deveria estar mais segura. A vítima já havia registrado 2 BOs de violência doméstica contra o agressor. O assassino confessou o crime, foi preso em flagrante no local pelas forças policiais e teve a prisão ratificada pela PC, sendo conduzido ao sistema prisional. (Fontes: Polícia Militar de MG / Polícia Civil de MG / G1).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante dessa barbárie. Há 19 anos, atua resgatando a dignidade dessas mulheres, mostrando à sociedade a dimensão real do número de vítimas para provocar mudanças urgentes e lutar por justiça. O assassinato de Arlete dentro do próprio lar escancara a face sombria da misoginia, do machismo estrutural e da reincidência da violência. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a punição rigorosa do agressor é pilar essencial no combate à impunidade. Seguiremos em marcha, ecoando o nome de Arlete.

📞 Denuncie a violência contra as mulheres: 181 (PC), 190 (PM) ou 180 (Disque Denúncia). Anonimato garantido. 📍Feminicídio é crime de Estado! Exigimos justiça! ⚖️
2026 Caso 494 – Bárbara: uma mulher, uma vida por 2026 Caso 494 – Bárbara: uma mulher, uma vida por trás dos números

22/07/2026 - Bárbara Damião Costa, 41 anos, era advogada e estudante do 3º período de Licenciatura em Letras no Instituto Federal Fluminense (IFF) e trabalhava na Defensoria Pública. Mãe amorosa de dois filhos, Bárbara construía um futuro repleto de projetos, conhecimento e dedicação à família. Quem a acompanhava conhecia sua garra e sua luz. Bárbara não será reduzida a um número: sua história, suas conquistas e sua memória jamais serão apagadas.

Na noite de terça, 21, em Campos dos Goytacazes (RJ), Bárbara teve sua vida brutalmente ceifada. Enquanto dirigia seu carro, foi emboscada por seu ex-marido, Rogério Conceição da Costa, 44 anos, que se aproximou em uma moto e efetuou diversos disparos de arma de fogo contra ela. O agressor cometeu o crime por não aceitar o fim do relacionamento. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas Bárbara não resistiu aos ferimentos. Horas após o ataque, o feminicida foi encontrado m0rto em um apartamento no bairro Jóquei. (Fontes: Polícia Militar do RJ / Polícia Civil do RJ / Imprensa Local).

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O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tamanha barbárie. Há 19 anos, atua resgatando incansavelmente a dignidade dessas histórias, mostrando à sociedade a dimensão real do número de vítimas para provocar mudanças urgentes e lutar por justiça. O assassinato de Bárbara escancara a face mais sombria da misoginia e do machismo estrutural. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a denúncia e a conscientização social são pilares essenciais no combate ao feminicídio. Seguiremos em marcha, ecoando a voz de Bárbara e de todas as vítimas.

📞 Denuncie a violência contra as mulheres: 181 (PC), 190 (PM) ou 180 (Disque Denúncia). Anonimato garantido. 📍
2026 - Caso 493 - Quem Ama Liberta Luciana: uma mu 2026 - Caso 493 - Quem Ama Liberta
Luciana: uma mulher, uma vida por trás dos números

21/07/2026 - Luciana Nunes era uma mulher de laços profundos, planos e com o direito inalienável de viver com plena liberdade e segurança. Na noite de segunda-feira, 20, em Belém (PA), sua caminhada foi interrompida de forma devastadora e covarde. Luciana não será reduzida a um número: sua existência, sua luz e sua memória importam e jamais serão esquecidas.

O responsável por essa violência cruel foi o seu companheiro, Almir Baldez Melo. Dominado por um sentimento de posse e controle sobre a vida e a privacidade de Luciana, o feminicida a atacou com golpes de faca após vasculhar seu celular. Equipes do 37º Batalhão da PM compareceram ao local e confirmaram o óbito. O assassino foi preso em flagrante e conduzido à delegacia pela PC, que segue com as investigações. (Fontes: PM do Pará / PC do PA / Polícia Científica do PA).

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tamanha barbárie. Há 19 anos, o projeto atua resgatando a dignidade dessas histórias, mostrando à sociedade a dimensão real do número de vítimas para provocar mudanças urgentes e lutar por justiça. O feminicídio de Luciana escancara a face mais sombria da misoginia e do machismo estrutural. Nenhuma dor apaga a saudade, mas a punição rigorosa do agressor é essencial contra a impunidade. Seguiremos em marcha, ecoando a voz de Luciana e de todas as mulheres.

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2026 Caso 492 – Quem Ama Liberta Stifanie, uma mul 2026 Caso 492 – Quem Ama Liberta
Stifanie, uma mulher, uma vida por trás dos números...

21/07/2026 - Stifanie Ribeiro Firmino Silva, 36 anos, teve sua vida, seus sonhos e seu futuro brutalmente ceifados, na Região Oeste de Belo Horizonte (MG). Stifanie era uma mulher com sua história, seus laços de afeto e o direito inalienável de viver com segurança, mas teve sua caminhada interrompida de forma devastadora e covarde. Ela não será reduzida a uma estatística; sua existência e sua memória importam.

André Junior Silva de Carvalho, 24 anos, foi o responsável por essa violência cruel. O feminicida tirou a vida de Stifani e, após prestar depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), confessou a autoria do crime. Ele foi preso em flagrante pelas forças policiais e colocado à disposição da Justiça. O corpo de Stifani foi encontrado pela polícia na segunda (20). Segundo a PM os vizinhos começaram a perceber que a mulher estava desaparecida na quarta-feira (16). (Fontes: Polícia Civil de Minas Gerais / DHPP)

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tamanha barbárie. O assassinato de uma mulher motivado pelo machismo estrutural e pela misoginia escancara a face mais sombria do sentimento de posse sobre os corpos e vidas femininas. Nenhuma dor se apaga, mas a confissão e a punição rigorosa do feminicida são passos fundamentais no combate à impunidade. Seguiremos em marcha e ecoando o nome de Stifanie Ribeiro Silva para que sua história nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 491 – Quem Ama Liberta Maria Lelian, um 2026 Caso 491 – Quem Ama Liberta 
Maria Lelian, uma mulher, uma vida por trás dos números...

21/07/2026 - Maria Lelian Nunes Garcia, 36 anos, teve sua vida, sua caminhada e seu futuro brutalmente interrompidos na madrugada de terça, 21, no quintal de uma residência em Igarapé-Açu (PA). Maria Lelian era uma mulher com sua própria história, laços e sonhos que foram ceifados de forma covarde. Ela não será reduzida a uma estatística; sua existência e sua memória importam.

O responsável por essa violência cruel foi o seu próprio companheiro, identificado como Deivid, conhecido pelo apelido de "Dedê". O agressor sacou uma arma de fogo de fabricação caseira durante uma discussão e efetuou um disparo fatal contra a cabeça da vítima, fugindo do local em seguida. A PM foi acionada, a equipe do Samu atestou o óbito e a PC instaurou inquérito para localizar e prender o assassino. (Fontes: PM do Pará / PC do PA)

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tamanha barbárie. O assassinato de uma mulher cometido dentro do ambiente doméstico pelo homem que deveria ser seu companheiro escancara a face mais sombria do sentimento de posse, da misoginia e do machismo estrutural. Nenhuma dor se apaga, mas a localização e a punição rigorosa do feminicida são passos fundamentais no combate à impunidade. Seguiremos em marcha e ecoando o nome de Maria Lelian Nunes Garcia para que sua história nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 490 – Quem Ama Liberta Fernanda, uma jo 2026 Caso 490 – Quem Ama Liberta 
Fernanda, uma jovem mulher, uma vida por trás dos números...

09/07/2026 - A estudante Fernanda Pontes dos Santos, 17 anos, teve sua juventude, seus sonhos e seu futuro brutalmente ceifados dentro de sua própria casa, em Chopinzinho (PR). Fernanda era uma adolescente com toda uma vida pela frente, cuja caminhada foi interrompida de forma covarde e cruel no ambiente onde deveria estar mais protegida. Ela não será reduzida a uma estatística; sua existência e sua memória importam.

O responsável por essa violência perversa foi o seu próprio padrasto. Agindo como o feminicida e valendo-se da posição de confiança no núcleo familiar, o agressor esperou a mãe da jovem sair para o trabalho para atacar a adolescente que estava sozinha em casa. A PC confirmou que o autor abusou sexu4lmente da jovem e, em seguida, desferiu três golpes de faca que atingiram de forma fatal o pescoço e o peito de Fernanda. Após cometer o crime e fugir do local, o agressor foi localizado e preso em flagrante. (Fontes: PC do Paraná / Portais de Notícias do PR)

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tamanha barbárie. O estu4ro seguido de feminicídio cometido por quem deveria exercer o papel de cuidado dentro do lar escancara a face violenta da misoginia, da vulnerabilidade de meninas e do machismo estrutural. Nenhuma dor se apaga, mas a punição rigorosa do feminicida é um dever indeclinável do Estado para combater a impunidade. Seguiremos em marcha e ecoando o nome de Fernanda para que sua história nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 489 – Quem Ama Liberta Larissa, uma mul 2026 Caso 489 – Quem Ama Liberta 
Larissa, uma mulher, uma vida por trás dos números...

21/07/2026 - A operadora de caixa Larissa Cordeiro Pereira, 21 anos, teve sua juventude, sua rotina de trabalho e seu futuro brutalmente interrompidos na terça-feira, 21, no supermercado onde trabalhava em Canto do Buriti (PI). Larissa era uma jovem batalhadora, mãe de um filho, com toda a vida pela frente, cuja caminhada foi ceifada de forma covarde em pleno local de trabalho. Ela não será reduzida a uma estatística; sua existência e sua memória importam.

O ex-companheiro, Ytalo José Ferreira Silva, 22 anos, foi o responsável por essa violência cruel. O feminicida sem aceitar o fim do relacionamento, invadiu o estabelecimento comercial e executou a jovem a tiros enquanto ela cumpria sua jornada de trabalho. O veículo utilizado por ele foi encontrado na zona rural e, pouco tempo depois, o corpo de Ytalo foi localizado sem vida. (Fontes: PC do Piauí / PM do PI / G1)

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante de tamanha barbárie. O assassinato de uma jovem trabalhadora no seu ambiente laboral por quem não aceita o fim de um ciclo escancara a face sombria do sentimento de posse, do machismo estrutural e da misoginia. O autoextermínio do agressor impede o julgamento pelos tribunais dos homens, mas não apaga a dor da perda nem a urgência do combate à violência de gênero. Seguiremos em marcha e ecoando o nome de Larissa para que sua história nunca caia no esquecimento.

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2026 Caso 488 – Quem Ama Liberta Michele, uma mul 2026 Caso 488 – Quem Ama Liberta 
Michele, uma mulher, uma vida por trás dos números...

20/07/2026 - A capitã da PM Michele Leão Azevedo, 41 anos, teve sua vida, sua brilhante trajetória profissional brutalmente interrompidos na noite de segunda, ao dar entrada já sem vida no Hospital Odilon Behrens, na Região Noroeste de Belo Horizonte (MG). O corpo da policial apresentava múltiplas lesões e o laudo médico constatou assistolia, indicando que o óbito havia ocorrido horas antes de seu socorro. Michele era uma mulher com sua história, laços, dedicação e sonhos ceifados de forma devastadora e covarde. Ela não será reduzida a uma estatística; sua existência e sua memória importam.

O sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, 37 anos, foi o responsável por essa violência cruel. O feminicida, marido da vítima, de forma perversa, tentou simular socorro ao transportar o corpo da esposa até a unidade hospitalar após agredi-la até a morte. Diante das inconsistências do relato e da gravidade dos ferimentos, o agressor foi preso em flagrante. A Justiça converteu a prisão em preventiva e determinou seu encaminhamento para uma unidade prisional militar, enquanto a PC investiga o crime como feminicídio. (Fontes: PC de Minas Gerais / PM de MG /G1)

O projeto Quem Ama Liberta manifesta seu profundo luto e indignação diante dessa barbárie. O assassinato de uma mulher — mesmo ocupando um posto de liderança e autoridade na segurança pública — cometido dentro do ambiente doméstico escancara a face mais violenta da misoginia e do sentimento de posse, mostrando que nenhuma mulher está imune à violência de gênero. Nenhuma prisão apaga a dor da perda, mas a punição rigorosa do feminicida e sua expulsão dos quadros da corporação são fundamentais no combate à impunidade. Seguiremos em marcha e ecoando o nome de Michele para que sua história nunca caia no esquecimento.

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