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Rigleia Dias Guedes

11/09/2008 - Belo Horizonte voltou a registrar um crime passional na manhã desta quinta-feira (12/09). Depois de uma crise de ciúmes e alegando estar sendo traído, um vigilante matou a própria mulher a facadas no bairro Betânia, na região Oeste da capital. Segundo o tenente Cleidson, do 5º Batalhão, Wellington Jacinto Guedes, de 30 anos, contou que os vizinhos já o alertavam que a mulher, Rigleia Dias Guedes, de 28 anos, o traía e, depois de uma discussão, teria agredido a mulher. Segundo a perícia, a mulher recebeu seis facadas. O casal tem dois filhos, uma menina de 11 anos e um menino de 4. As duas crianças estão na escola e não presenciaram o crime. O vigilante foi preso momentos após o crime. (Correio Braziliense) Os moradores de um condomínio da rua B, no bairro Betânia, na região Oeste de Belo Horizonte, acordaram, ontem, com a notícia de uma tragédia. Segundo a Polícia Militar, o vigilante Wellington Jacinto Guedes, de 30 anos, matou com seis facadas a própria mulher, a vendedora Rigléia Dias Guedes, de 28. O crime teria sido motivado por uma crise de ciúme de Jacinto, que suspeitava que a mulher o traía. O próprio suspeito contou que, há cerca de um mês, passou a receber mensagens, que diziam sobre uma suposta traição de Rigléia. De acordo com o tenente Claydson Eustáquio da Silva, do 5º BPM, o casal teve ontem uma discussão. O militar disse que, após o crime, o suspeito ficou transtornado e sentou na escada do prédio onde mora. Um vizinho que ouviu os gritos de socorro da vítima foi quem se deparou com o homem, ainda sujo de sangue, e acionou a polícia. Jacinto não resistiu à prisão. Conforme o tenente Claydson, a faca de usada no crime foi encontrada suja de sangue sobre o fogão do apartamento, no segundo andar do prédio. "Pelo que os vizinhos contaram, essa faca não era da casa. Possivelmente ele a comprou para cometer o crime", informou o militar. Rigléia deixou dois filhos: um menino de 4 anos, que tem deficiência física, e uma menina de 11 anos, de outro relacionamento. As crianças estavam na escola e não presenciaram o crime. O o casal estava junto há 8 anos. Fonte:O TEMPO

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19/01/2012 – A família não se conforma com a liberdade do assassino de Rigléia Dias Guedes. A promotora de vendas, de 28 anos, foi morta a facadas pelo marido em setembro de 2008. Wellington Jacinto Guedes confessou o crime e foi preso em flagrante. Dentro da viatura, ainda sujo de sangue, ele disse que matou por ciúmes depois de ter recebido mensagens no celular. Na época do crime, Wellington ficou preso dois meses e conseguir aguardar o julgamento em liberdade. Em outubro de 2011, o vigilante foi julgado no Fórum Lafaiete e pegou 16 anos em regime fechado. Na sentença, a juíza disse que ele não poderia recorrer em liberdade. O homem foi preso novamente mas, um mês depois, já estava solto. A decisão foi do Tribunal de Justiça. Os desembargadores Beatriz Pinheiro Caíres, Nelson Missias de Morais e Matheus Chaves Jardim alegaram que não houve fundamentação suficiente pra manter o réu atrás das grades durante o recurso. Os parentes da vítima estão com medo e dizem que a liberdade de Wellington é uma ameaça à família. (TV Alterosa)

Nome: Rigleia Dias Guedes

Idade: 28

Moradia: Brasil

Região: Sudeste

Estado: Minas Gerais (MG)

Cidade: Belo Horizonte

Data: 11/Setembro/2008

Onde aconteceu: Espaço doméstico

Vínculo do assassino: Parceiro íntimo

Profissão do feminicida: Vigilante

Deixa filhos menores: Sim

Meio utilizado: Arma branca